Livro A Grande Revelação

A Grande Revelação foi um livro divisor de águas para mim. O próprio encontro com ele foi bem inusitado, e ilustra muito bem o quanto a espiritualidade vem direcionando a minha vida, me mostrando um caminho que eu mesma devo ter escolhido anteriormente e que, talvez, nunca tenha me dado conta.

Há alguns anos, mesmo após eu ter feito o primeiro nível de Reiki, ainda não conhecia nada a respeito da Fraternidade Branca. Era um sábado e eu estava levando meu filho para o curso, de ônibus (eu não dirijo). Para chegar lá, tínhamos que saltar do ônibus, subir uma passarela e caminhar alguns metros. Deixei meu pequeno no curso e voltei para pegar o ônibus de volta; para tanto, deveria caminhar pela passarela e virar na primeira saída à esquerda, descer a escada e já estaria no ponto do ônibus. Mas me deu uma vontade irresistível de não descer na primeira escada e sim continuar pela passarela, descer pela segunda saída à esquerda. Achei aquilo meio doido, mas fui fazendo. Lá embaixo, eu pensei, eu viro à esquerda, atravesso a rua e vou para o ponto. Quando desci, a vontade irresistível foi de virar à direita, ao invés de ir direto para o ponto de ônibus. Mais uma vez obedeci e encontrei um “camelódromo”, cheio de bugigangas, no qual eu não precisaria entrar, mas mesmo assim fui seguindo por ele, até encontrar uma banquinha com livros (sebo). Como sou rata de livro, comecei a procurar e encontrei logo esse livrinho maravilhoso, de capinha branca, com uma figura desenhada na frente que parecia Jesus – A Grande Revelação.

Folheando o livro, vi que ele era composto por diversas cartas de pessoas conhecidas (Jesus, Maria, Leonardo) e desconhecidas pra mim (Kuthumi, Saint Germain, Kwan Yin, Djwall Khul, entre outros), mas o conteúdo daquelas cartas era tão incrível, tão verdadeiro pra mim, que me vi sem querer largar o livro de jeito nenhum. Sem dinheiro na hora (puxa!!), eu implorei ao dono da banca que o guardasse pra mim até o próximo sábado, quando voltaria para buscá-lo. Passei a semana inteirinha pensando no tal livro, ansiosa. Quando finalmente o comprei, não larguei mais até hoje.  Ele me mostrou um novo mundo, uma nova perspectiva, que me encantou e abriu portas que eu jamais julgava que pudessem existir.

Por isso, tomei a iniciativa de transcrevê-lo aqui no blog, porque acho que essas informações deveriam estar disponíveis para todos, e não encontro em lugar nenhum para baixar. Procurei digitá-lo tal qual aparecem suas páginas. Assinalei alguns links onde ele está disponível para compra, mas nem todo mundo está disposto a fazer esse esforço.  Esta é, portanto, uma contribuição, meu esforço de retribuição à maravilhosa espiritualidade.



A GRANDE REVELAÇÃO
EDITORA PONTE PARA A LIBERDADE

INTRODUÇÃO

Querido filhos, amada humanidade,

Vem à luz do dia, neste ano, uma obra totalmente originada nos planos da causalidade e que tem o fim de dar a conhecer ao mundo a descida aos planos de manifestação física do novo Messias; aquele cuja vinda estava anunciada para o suporto fim dos tempos.

Pode a muitos parecer estranho que cada uma das partes de que a obra se compõe venha assinada por nomes quase todos diferentes, alguns muito conhecidos de todas as pessoas, através das religiões e da história, outros totalmente desconhecidos da maioria dos homens, mas muito familiares a quem tenha seguido conscientemente a via do discipulado e da iniciação.

Muitos dos Seres que agora aqui se manifestam foram agentes visíveis ou invisíveis na elaboração de antigos livros sagrados, bem como de todas as santas escrituras das grandes religiões.

Nesses tempos, a um discípulo inspirado chamava-se “cheio da graça do Senhor".  Frases como “apareceu-me um anjo do Senhor e disse-me”, “ouvi uma voz como um trovão”, etc, eram apenas formas antigas de se descreverem essas situações, que hoje se descrevem de forma diversa, mas continuam a corresponder ao mesmo tipo de condições e vivências.

O reino de Deus de que se falava e que foi anunciado é o reino da espiritualidade revelada e participada. A ressurreição representa a libertação da morte pelo conhecimento demonstrado das leis da evolução e do retorno. Esse conhecimento provoca o regresso de todos os que “morreram” ao revelar-se a sua eternidade ascensional e a sua continuada presença entre a humanidade evolucionante.

Este livro deve-se à amorosa e impessoal dedicação de um grupo de canais que, persistente e esforçadamente, se vinham preparando desde há 2.500 anos para a elevada missão que estão desempenhando no advento da Nova Era.

O seu anonimato não representa fuga à exposição pública, covardia ou receio do ridículo, mas simplesmente demonstra que as doações verdadeiramente importantes deem ser feitas de forma impessoal (sem indicação do doador) e que as glórias ou as desgraças da volúvel apreciação mundana não contam nos planos onde o serviço não tem limites e as intenções não podem ser falseadas.

O prêmio que recebem aqueles que servem com total entrega e abnegação é a elevação a lugares onde o serviço será ainda mais pesado, a responsabilidade ainda maior e a extensão dos planos a executar infinitamente mais vasta. Benditos são, porém, os que escolhem tal caminho, porque se sentarão à direita do Pai, no reino dos Céus, e a sua alegria não terá fim.


Vem este livro anunciar a volta do novo Messias. Ele chegou na madrugada do dia três de junho do ano bendito de 1985. Ele chegou respondendo ao pungente clamor da humanidade que, nos últimos dois milênios, desde a sua última vinda, se tem visto esmagada pelo peso das ações de todos aqueles que não quiseram ouvir o mandamento do amor que ele veio trazer à Terra nessa manifestação. Foram dois milênios de guerras, de injustiças de perseguições e de atropelos.

Dois terços da humanidade encontram-se ainda numa fase arcaica e pré-histórica de evolução espiritual. Somente um terço dela terá atingido o mínimo da evolução exigível. Por sua vez, apenas um nono é constituído por aspirantes, probacionários e discípulos na senda do bem e do serviço da Grande Fraternidade Branca Universal, embora a maioria não tenha conhecimento consciente deste fato.

Não foi, todavia, para a minoria que o Cristo voltou. Ele veio para dar à maioria de dois terços uma última e generosa oportunidade de salvação. Entidade da mais pura e elevada estirpe espiritual, filho primogênito do Pai Eterno, submeteu-se voluntariamente ao indescritível sacrifício de mergulhar neste mundo de vibrações baixas e vis pelo amor profundo, pelo amor total que dedica a cada uma das ovelhas do seu rebanho.

Não posso comentar com palavras humanas a grandiosidade deste gesto. Espero sim, que o sintais no âmago dos vossos corações, no local onde a divina chama crística deve brilhar com a maior intensidade.

Lede este livro sem ceticismos, qualquer que seja a vossa posição intelectual, filosófica ou religiosa, porque nele encontrareis palavras, conceitos, pensamentos e intuições (principalmente intuições) que nunca vos tinham sido antes proporcionados. É principalmente por ser a faculdade intuitiva a chave da porta do reino de Deus, que vos exorto a despertar esses esplendoroso dom com que todos fostes dotados ao nascer. Permiti que ele desperte ao longo desta obra sagrada e ela assim terá atingido o seu objetivo em vós.

Não vos trago palavras de dogmatismo, nem ameaças de punição. Vós sois os principais juízes do tribunal onde vos sentareis como réus. A vossa liberdade é absoluta e incontestada. Sois senhores do vosso destino e podeis escolher os caminhos que vos aprouverem.

Não temais tampouco os fariseus, os escribas, os vendilhões ou os césares destes tempos, que se apressarão a condenar este livro nas suas listagens de obras anatematizadas, com as mesmas consciências plenas de vícios e os mesmos ventres demasiadamente fartos com que, durante o negro período de obscurantismo em que reocuparam os seus lugares desde o século IV desta era, enviaram para a fogueira, para o cadafalso ou para as masmorras, os mais sábios, os mais santos e os mais virtuosos. Abstrai-vos de todas as influências externas, isolai o vosso eu inferior e parti para uma nova e fascinante descoberta do vosso poder intuitivo. Apelai para a ajuda do vosso mestre, porque todo aquele que aspira encontra a resposta adequada do seu instrutor. Escutai a voz silenciosa da presença divina em vós, que fostes criados à imagem e semelhança do Pai para manifestardes a divindade na plenitude da vossa expansão espiritual. Respeitai a divindade interior e encontrareis a salvação. Sede, em suma, dignos daquele que por vós tudo sacrifica e que, de novo, está aí para vos amar.

Àqueles que professam as chamadas religiões cristãs, relembro a frase que tendes inúmeras vezes repetido na profissão de fé: “Creio na comunhão dos santos”. Chegou a hora de pôr à prova a sinceridade dessa crença. Aqui tendes tal revelação. O Reino está aqui. A chave também. A porta espera a vossa ação para ser aberta. Lá dentro, o Pai aguarda-vos.
GAUTAMA
(Texto 1/33)



Aleluia, irmãos na luz e companheiros na liberdade! Aleluia, pois o Senhor é chegado! O príncipe dos mestres, o Grande Instrutor tomou posse dos corpos amorosamente preparados pelos representantes da humanidade e pela operação do Espírito Santo. Aleluia, pois ele chegou e começou a sua caminhada entre os homens!

Agora, o Grande Senhor prepara-se para estabelecer um vínculo cada vez mais estreito com os raros grupos de servidores consagrados que ecoarão a sua mensagem de luz. Agora é o tempo das sentinelas avançadas e o tempo de serem avaliadas as coragens e persistências. A aurora da Nova Era faz sentir os seus primeiros raios luminosos rasgando o céu violeta que encaminhará o futuro da humanidade. Os tempos são chegados!Aleluia, irmãos, pois os tempos são chegados!

A sua marcha triunfal inicia-se primeiro no silêncio dos planos internos, para que depois se produza o maravilhoso clamor das milícias que a lideram e que transportarão o seu estandarte! Ele traz consigo um grande séquito de mestres e seres ascensionados, o poder de que foi investido pelo Ancião dos Dias e o dom de libertar e curar as almas! Ele vem para regenerar o planeta! Ele vem para trazer a energia cósmica! Ele vem para ascensionar os homens!

Aleluia irmãos. Nos Céus e na Terra. A hora é grande! Vivei-a! Vivei-a!
SAINT GERMAIN
(Texto 2/33)



A madrugada deste histórico dia três de junho de 1985 testemunhou, uma vez mais, a manifestação do sublime mistério cíclico: o Messias fez-se forma e habita no mundo dos homens!

À hora exata do plenilúnio, o Messias, o bem-amado Senhor Maitreya, ocupou pela primeira vez os corpos (ou veículos) mental, emocional e etérico que lhe foram preparados pelas energias concentradas e transmutadas de três grupos de discípulos encarnados e usadas pelos mestres, anjos e seres de luz.

O cântico que agora ouvis é, pois, de triunfo e de júbilo. É o coro dos mestres ascensionados, dos anjos, dos arcanjos e de todos os seres de luz de Shamballa e da Grande Fraternidade Branca. É o clamor inquebrantável de todos os que, desde tempos imemoriais, têm vivido, testemunhado e trazido à Terra a luz una e multicolor da eterna sabedoria. É a voz da Terra expandindo-se pelo Cosmo, a voz da Terra que desperta e se renova.

Nos planos espirituais passam agora turbilhões de luz; há danças de cor, sinfonias de paz, uniões de alegria, visões do futuro: um futuro de amor, de luz e de liberdade.

Este é o tempo maravilhoso da revelação dos mistérios que deixam de ser mistérios, da manifestação dos prodígios que deixam de ser prodígios e da realização dos sonhos que deixam de ser sonhos.


Do alto dos séculos, dos milênios incontáveis, acima de todas as instituições e criações humanas, a eterna mensagem da sabedoria divina confirma a verdade, a sublime realidade do que hoje vivemos: do encontro entre o Propósito Divino e a Mãe Humanidade, o filho nasceu. “O Verbo fez-se carne e habita entre nós”. Perante ele – que não é a esperança do mundo, mas a certeza do mundo, e não é apenas a luz, mas também o amor e o poder do mundo - prostro-me hoje, humildemente, como humildemente me prostrei há 2.000 anos diante do menino que seria o seu tabernáculo. Então, prostrei-me com os meus bem-amados irmãos Melchior e Baltazar. Agora, ascensionados às esferas superiores, prostro-me com todos os mestres da Hierarquia e com todos os discípulos do mundo.

Quero hoje entregar formalmente ao mundo dos homens, um exercício respiratório de efeito poderoso, que será sentido depois de algum tempo desta divulgação.

Inspirai profundamente o alento do Cristo que vem e da Nova Era; retende-o em vós por momentos (para conscientizardes interiormente) e depois expirai-o sobre o mundo, abençoando-o em nome do Cristo e da Nova Era. Fazei isto, ritmicamente, em três tempos iguais. Peço-o, de todo o coração, em especial a todos os discípulos do mundo.

A estes, o meu apelo é que unam, na missão redentora, o seu Cristo interno ao Cristo Maitreya que agora está vindo para viver entre os homens e que, enquanto não chegar o tempo de sua manifestação púbica no mundo físico denso, se aperfeiçoarem, a fim de, como pequenos cristos, o ajudarem na sua missão. De fato, cristos, messias, redentores (em escala maior ou menor) são todos os que revelam à humanidade o propósito e as qualidades divinas, fazendo-a ascender para ser acolhida mais perto do coração do Ser.

Para terminar, queridos discípulos, apenas vos quero dizer estas simples palavras: eu os amo. Nelas estão contidas toda a carga vibratória e todo o “momentum” interior do meu ser.

Benditos sejais, em nome do Cristo renascido.
KUTHUMI
(Texto 3/33)



Tendo o mundo sido distinguido agora com a glória da volta do Cristo, que vem para estabelecer o reino de Deus sobre a Terra, torna-se necessário que toada a humanidade o saúda, o acolha de braços abertos e o ame vibrantemente, manifestando em público estes sentimentos.

Por isso, vai ser entregue aos homens um novo instrumento de contato com o Alto, um novo mantram, uma nova invocação, cuja função será:

- Fornecer ao Cristo o suporte energético por parte da humanidade para a qual desceu; suporte que será por ele utilizado em comunhão com os seres ascensionados, seus colaboradores, para ser depois reenviado sobre a Terra na forma de luz divina, amor divino e inteligência divina.

 - Unir a humanidade num todo uniforme, num coral de fraternidade, pra esta poder ser mais facilmente conduzida ao portal que dá acesso ao Santo dos Santos, antecâmara do reino de Deus.

- Servir, no seu aspecto formal, como corpo da novíssima aliança que, a partir de hoje, é celebrada entre a humanidade caída e a Corte Celestial. Aliança que marca o princípio da via do regresso, o início da ascensão.

Este mantram deverá ser divulgado por todas as formas possíveis, inclusive pelos meios de comunicação social, de modo que possa chegar a todos os lares. Os fiéis o reconhecerão e o acolherão, passando a utilizá-lo frequentemente. Os aspirantes e discípulos devem fazer uso diário e repetido dele, suprindo assim a falta daqueles que não o fazem. O mantram deverá ser pronunciado pelo menos três vezes ao dia por aqueles que se encontram no caminho do discipulado.

Na sua aparente simplicidade (porque tem de ser compreendido por pessoas nos mais variados graus de evolução, das mais diversas religiões, com os mais diversos graus de cultura) encerra, no entanto, conteúdo da maior transcendência oculta, cuja tônica principal reside no inicio da emancipação do homem que, conduzido pela mão do Filho-do-Homem, enceta finalmente o caminho direto até Deus. Isto marca igualmente o início da retirada da Hierarquia como entidade mediadora para uma posição de observação atenta; mas de intervenção meramente oportuna, como uma mãe que ampara atenta e carinhosamente o filho quando este inicia os primeiros passos.

E, pois, com a aprovação da Hierarquia e com a bênção da Grande Fraternidade Branca, que faço formal entrega ao mundo da “Invocação Maior”.
DJWAL KHUL
(Texto 4/33)




INVOCAÇÃO MAIOR

Da presença sublime em nossos corações,
Ó Cristo, ó Redentor
Recebe a chama ardente do nosso grande amor!

Da presença real que coroa as nossas mentes,
Ó Cristo, ó Potentado,
Acolhe a luz nascente e o poder despertado!

Do tímido embrião da nossa inteligência,
Ó Redentor, ó Santo
Fabrica o teu bordão, manda tecer o teu manto!

Porque queremos fechar para sempre a porta ao mal,
Ó Cristo, ó nosso Irmão
Mostra-nos a tua face e estende-nos a mão!

Que a Luz, o Amor e o Poder do Pai
Se manifestem por teu intermédio
Sobre nós, em nós e por nós
Eternizando o Plano sobre a Terra!

Amém
(Texto 5/33)



O dia de hoje é um marco importante e inolvidável na história da futura Estrela da Liberdade, é uma refulgência de luz que a poeira dos tempos não pode, não deve apagar.

Vento, vento do espírito, soprai, soprai sobre o vosso Cristo interno e erguei-o, erguei-o! Ele tomará conta de vós tal, como o cordeiro de Deus vem para apascentar as suas ovelhas.

“O cordeiro de Deus vem para apascentar as suas ovelhas”! Compreendeis o significado desta expressão? Do ponto de vista da forma, ele representa apenas uma criança (um cordeiro). Vem apascentar as ovelhas que são da sua raça, pois ele mesmo foi uma ovelha igual ao comum do rebanho. Embora seja apenas um cordeiro (pelo seu passado, da mesma raça das ovelhas), a sua realização é tão elevada, a sua evolução atingiu planos tão altos, que ele é agora o pastor. Vós mesmos, também, atingireis um dia as mesmas alturas, porque sois da sua raça. Na verdade, todos são filhos de Deus, distinguindo-se apenas nos graus de reconhecimento e de vivência dessa poderosa, sublime e inultrapassável realidade.

Atentai, irmãos, apesar de ele ser o Messias, o Senhor, o Pastor, o Verbo de Deus, é apenas “o primogênito da multidão de irmãos”.

Séculos atrás, o Senhor Maitreya, que agora está descendo à manifestação, realizou a sua dispensação crística através da aparência física de Jesus. Desta vez, a sua potente vibração crística utilizar-se-á das energias que, sob meu comando, são oferecidas e irradiadas durante este despertar da Nova Era do sétimo raio.

Assim, o Messias usa sempre o campo de atividade do Senhor de uma nova era. Há 2000 anos, porém, a manifestação crística firmou-se no mundo denso e num corpo denso. Agora, desce apenas até os subplanos etéricos, usando as minhas energias e não o meu corpo.

Isto corresponde a um ponto mais alto na espiral da evolução, que determina também que a dispensação crística não se faça através de uma só ser e de alguns poucos apóstolos, mas de todos os discípulos.

A minha afirmação hoje, perante vós, é: Cristo vem! A Liberdade vem! A Luz, o Amor e o Poder vem! Vós diríeis que esta é a síntese de todas as nossas aspirações. Nós, os mestres, contudo, porque podemos ver mais além da hora presente, afirmamos enfaticamente: é a síntese da nossa certeza.

Curvemo-nos assim, com o coração cheio de gratidão, perante o Mestre, o Messias que agora está vindo, pois “na sua Luz veremos a Luz”.
SAINT GERMAIN
(Texto 6/33)




Quando, por ocasião do batismo, o Divino Senhor Maitreya assessorou ao meigo nazareno e passou a servir-se dele, tornando-se o Cristo manifestado através de Jesus, estava presente o Espírito Santo da Terra (então representado por Santo Aéolo), o qual, na tradição cristã, ficou simbolicamente representado através de uma pomba.

Faz parte das funções do Espírito Santo Terrestre ou Maha Chohan, as quais, atualmente, exerço, insuflar o primeiro sopro de vida em todos os corpos a serem ocupados por qualquer entidade, isto é, por um dos filhos de Deus; por uma centelha divina emanada do centro cósmico de toda a Vida e de todo o ser. Por isso, estive também presente nas cerimônias que marcaram a natividade do Cristo nos planos da forma, nelas ocupando parte destacada, de acordo com as funções antes referidas e que são impostas pela Lei, independentemente da qualidade do ser cujo nascimento se processa.

Assim, quando os bem-amados mestres Kuthumi e Saint Germain receberam do mestre Jesus os corpos de que ele havia sido o guardião durante o período de gestação de cerca de um mês (a partir do ato de concepção feito por três amorosos grupos de discípulos) e os entregaram formalmente ao Senhor Maitreya, que os ocupou, eu servi de intermediário, insuflando nesses corpos o primeiro alento.

Estes corpos (ou veículos) que para a sua nova manifestação messiânica o Senhor Maitreya usará, são constituídos de substância mental, emocional e etérica, atraídas dos respectivos planos. São, pois, os corpos da personalidade, o corpo mental, o corpo emocional e o corpo etérico.

Através deles atuará o ser espiritual e real do Senhor Maitreya. Não usará, portanto, um corpo físico denso. Isto não significa, todavia, que os efeitos da dispensação crística não desçam ao mais denso dos planos terrestres. Frequentemente, aliás, daqui a um certo número de anos, o messias far-se-á visível aos olhos dos homens aparentando um corpo semelhante a qualquer outro dos corpos densos. Isso acontecerá, porém, somente através de um processo temporário de materialização, pelo que a forma densa será apenas ilusória. O Senhor Maitreya tem uma tal frequência vibratória que nenhum corpo denso suportaria por muito tempo um tensão tão poderosa. Seria, além do mais, uma prisão demasiado cruel para o nosso irmão mais velho.

Torna-se agora necessário que a Terra esteja envolta na chama rosa do amor, que ativamente atrai, a fim de condignamente acolher o Messias. Com esse objetivo, desde há anos que me estou relacionando de forma mais intensa com grupos de discípulos, visando estimular neles a irradiação da chama rosa. Esta mesma visualização é agora solicitada aos três grupos que conceberam os veículos ou corpos do cristo e que são os três vértices do triangulo central de afluência da energia crística.

É necessária uma dedicada sustentação desta irradiação da chama rosa. Este é um dos grandes objetivos para os próximos anos, juntamente com a divulgação e prática do novo exercício respiratório oferecido pelo mestre Kuthumi e da Invocação Maior trazida pelo mestre Djwal Khul.

Muito agradeço a todos os que quiserem aderir à realização e à sustentação destas atividades.

Na luz do Cristo reencarnado.
MAHA CHOHAN
(Texto 7/33)




A antiga era de Peixes acabou. Estamos, agora, na era de Aquário. O símbolo antigo adotado pelos cristãos, seguidores do Cristo, foi o peixe. O símbolo a adotar pelos novos seguidores do Cristo será o aquário que, eternamente, deixa fluir a inesgotável Água da Vida. Essa água é a fonte da juventude espiritual; regenera, cura e traz alegria aos corações. Ela vitaliza as almas. Ela purifica e inspira. Tal é a Água da Vida, que o Cristo da Nova Era aquariana vem trazer aos homens.

O Cristo que vem é o mesmo Cristo, filho de Deus, primogênito entre primogênitos, que esteve conosco há 2000 anos. Entretanto, os tempos mudaram e é chegado o momento de trazer novas mensagens. Sobre os pilares do ensinamento maravilhoso que trouxe antes, erguerá a nova igreja universal em que todas as religiões comungarão no reconhecimento das verdades essenciais.

O Cristo evoluiu, aproximando-se mais e mais da “destra do Pai” e do reconhecimento profundo dos desígnios da providência, segundo o plano que traçou para o planeta desde a noite dos tempos. Toda a humanidade evoluiu também e o poderoso impulso de luz e amor que ele nos trouxe foi uma contribuição fundamental para isso.

Agora que a humanidade evoluiu, mas vagueia, incerta, nos pântanos dos novos erros de que é capaz, ele vem para revelar as novas virtudes e o novo ensinamento, em harmonia com o anterior e nascido da mesma eterna fonte de sabedoria. Como antes, Cristo vem até nós para falar dos assuntos do Pai, o Deus Uno, dando-nos desta vez o conhecimento que já podemos compreender e que há 2000 anos não entenderíamos. A humanidade aprendeu muito e cometeu grandes pecados; mas também fez grandes obras (a que ele aludira outrora ao anunciar que iriam acontecer coisas maiores do que as por si feitas).

Eis-nos na era atômica e no início da vertiginosa conquista do espaço e da consciência cósmica. Eis-nos capazes de coisas maravilhosas ou tenebrosas, de podridão enorme e insofismável. Eis-nos no limiar de tempos de grande destruição, quer das coisas físicas, quer das coisas mentais; os homens estão desorientados e as suas almas inquietas porque a antiga moral, as antigas crenças e o antigo modo de viver da era que findou estão a morrer. Por outro lado, nada lhes mostra com clareza suficiente a cor e a natureza do novo horizonte. A Nova Era pede novo ensinamento que o antigo modo religioso ou filosófico não poderá dar-lhe. A Nova Era pede um homem novo, capaz de redescobrir o modo como a sua própria natureza divina se há de reafirmar através destes tempos revoltos – essa natureza obscurecida, esquecida ou pervertida – mas que se conserva eternamente, eternamente pronta a fazer ouvir a sua voz gritar dentre os escombros: “aqui estou. É chegado o momento de construir coisas novas para que, no futuro, se saiba que a destruição amaldiçoada na ótica dos que a vivem é muitas vezes bendita!”.

O homem novo será forçosamente menos ingênuo, menos sentimental, menos apegado a partidos, menos doutrinário e mais abrangente na sua consciência. Será capaz de maior manifestação da potencialidade mental – através da criatividade – e da potencialidade intuicional, através da arte e do pressentimento do mundo de significados subjacentes a tudo quanto vê, sente, cheira ou toca e do reino de Deus. Este reino que brota sempre dos corações mais sinceros, na sua busca eterna, quando tudo parece desabar. Este reino que o novo Cristo virá reafirmar, pedindo-nos que o façamos surgir em nós, em lugar de pretendermos que caia do céu.

Assino como o antigo guardião da mensagem do Cristo e o que agora vem fazer a passagem do testemunho.
JESUS
(Texto 8/33)



Conforme já sabeis, misericórdia significa dar-se mais do que é merecido. Meditai neste fato, pois é pela lei da misericórdia que se dão as cíclicas manifestações messiânicas.

A vinda de tão alto senhor à Terra é mais do que os homens têm merecido. Embora nós conheçamos quanto mal ainda abrigam as mentes dos homens, embora nós vejamos diariamente as suas demonstrações de egoísmo, de destruição e de profanação e, embora o não-reconhecimento sistemático dos enviados de Deus ou o desvirtuamento das suas mensagens seja uma constante, nós vos amamos. Embora os homens sejam frequentemente indignos, eles são objeto do amor de Deus, do Cristo e dos mestres.

Porque vos amamos, somos misericordiosos, ajudando-vos (dentro da medida da lei cósmica, que determina a liberdade e a ascensão pelo próprio esforço de cada um) de várias maneira. A maior delas é uma manifestação crística. O Cristo vem para sofrer no meio tenebroso dos homens, vem limitar-se para dar mais luz ao mundo.  O mundo não o merece, mas ele é misericordioso.

Peço a todos os discípulos que meditem nisto. Sede também vós misericordiosos. Frequentemente, o mundo não reconhecerá o vosso esforço. Muitas vezes zombarão de vós. Muitas vezes vos perseguirão. Dar-lhes-eis mais do que merecem. Assim tem sido ao longo dos séculos. É isto mesmo, todavia, deveis dar – luz, amor, sabedoria – todas as qualidades armazenadas no vosso corpo causal, repositório de tudo o que de positivo alcançastes em incontáveis encarnações. É preciso que o façais. Sede misericordiosos. Peço-vos!
KWAN YIN
(Texto 9/33)



Tendo ocorrido em três de junho de 1985 a primeira iniciação crística correspondente à natividade, venho dirigir-me à humanidade em geral, através dos meus discípulos, para que preparem o caminho do Senhor, com vista à segunda iniciação crística: o batismo.

A ação que foi desempenhada há 2000 anos por João Batista deve agora ser levada a efeito, gradualmente, sob o impulso dos discípulos do primeiro raio. Ela culminará, muito provavelmente, sete anos após o dia de ontem, numa cerimônia simbólica e maravilhosa que marcará o início da vida pública do Senhor Cristo. Até lá, ele reunir-se-á com muitas entidades encarnadas e desencarnadas na preparação desse período sublime em que toda a magnitude divina será revelada aos olhos dos homens. Sua intervenção será notável e determinante, mas o seu aparecimento universal só se verificará a partir da cerimônia do batismo.

As funções daqueles que serão os batistas da Nova Era devem começar a ser assumidas desde já, aplanando todos os caminhos e anunciando a vinda daquele que realizará grandes obras.

Deveis anunciar isto ao mundo, de forma bem clara, desmascarando igualmente os crimes que, aberta ou ocultamente, vem sendo cometidos contra a humanidade.

Claro que esta ação não se efetuará com pregações ao ar livre, como nos tempos de antanho, mas através de escritos em livros e revistas, conferências, filmes, etc, meios que correspondem ao lugar da espiral em que agora nos encontramos.

Como esta mensagem se destina à divulgação geral, antecipo-me a esclarecer que os discípulos pertencentes a esta linha e que nela queiram trabalhar, confirma-lo-ão desde que consultem adequadamente o seu mestre interior. Sentirão o apelo bem fortemente em virtude da grande irradiação de energia que está presentemente a ser derramada.

Apelo, pois, a vós, batistas da Nova Era: ide, abri o caminho! O Senhor aí vem! Ele precisa de vós e conta convosco!

Amorosamente.
EL MORYA
(Texto 10/33)



Como vem sendo divulgado e é do particular conhecimento dos discípulos que servem de canais para a transmissão destas mensagens, nasceu no dia 3 de junho de 1985, num local da América do Sul, já em corpo adulto, o novo Messias. Veio desta vez por forma diferente da sua manifestação anterior, como já foi explicado em comunicações de outros irmãos maiores.

Embora a sua manifestação e trabalho físico terreno tenham começado desde logo, a sua aparição pública, provavelmente, não se verificará antes do ano de 1992. Até lá, em conjunto com os servidores e discípulos mais dedicados, realizará um trabalho importante, mas pouco divulgado. Quero frisar bem este ponto: a sua manifestação pública e universal não terá início antes de sete anos e ocorrerá de forma a que a ninguém possa passar despercebida a sua presença.

Se insisto tanto neste ponto é porque existem fortes indícios de que, durante o referido período, diversos falsos cristos se darão a conhecer, fortemente apoiados pelas forças do mal, podendo com facilidade vir a ludibriar aqueles que, na sua boa-fé e levados pelo enorme desejo do regresso do Avatar, se apressem a aceitar com ligeireza quem aparentemente reúna as condições e pronuncie as palavras que se aguardavam. Esses falsos cristos, habilmente apoiados nas mais sutis e enganadoras entidades das travas, poderão mistificar não só os menos preparados, mas também os mais instruídos e treinados discípulos do Bem, e ainda os fiéis e dirigentes de muitas religiões.

Atendei, portanto, ao meu alerta, irmãos. Não descuideis da vossa vigilância. É preferível submeter o verdadeiro Cristo a uma dúvida cerrada do que aceitar, sem precauções, qualquer charlatão vendedor de céus entre os que se apresentarão.

Nos planos superiores onde trabalho, em conjunto com irmãos especialmente preparados para este tipo de luta e com legiões de anjos protetores, seguirei com atenção e cuidado o desenrolar dos acontecimentos e, embora preservando o sagrado livre-arbítrio dos homens encarnados, não deixarei de intervir se tal se tornar necessário.

Deixo-vos, entretanto, um conselho: utilizai com frequência a Invocação Maior e meditai sobre ela. Não a reciteis mecanicamente, deixando que as cordas vocais funcionem como instrumento que apenas reproduz uma gravação sem lhe apreender o sentido. Dizei-a com o coração cheio de amor e com a mente bem desperta. Ela é, neste memento, o maior talismã que vos protegerá; vos porá em sintonia coma a aura do Cristo e vos dará o necessário discernimento para detectardes e vencerdes o mal, qualquer que seja a forma como ele se vos apresente (o mal mais temível e devastador é aquele que se apresenta sob a capa do Bem).

Do plano onde me encontro para vos servir, envio-vos uma forte vibração de amor e de luz.
JÚPITER
(Texto 11/33)


continua...





Um comentário :

  1. Foi um plágio descarado e vergonhoso de um livro muito antes publicado em Portugal, "As Novas Escrituras"

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