domingo

Terapia Floral, o milagre das flores


A Terapia Floral é um desdobramento da medicina vibracional que considera não apenas o corpo físico, mas também os corpos energéticos sutis associados ao corpo físico. Tem a capacidade de reorganizar emoções que possam desencadear doenças, por isso destina-se ao tratamento das emoções perturbadas ou distorcidas do ser humano e não diretamente a males físicos e mentais, embora ajude imensamente no tratamento desses, posto atuar na origem ancestral dos mesmos: o distúrbio emocional.


Criada na década de 1930 por Edward Bach, seguidor de Samuel Hannemann, o pai da homeopatia, estudioso do século XVIII, a Terapia Floral segue alguns princípios da homeopatia, como, por exemplo, tratar doenças pelas causas e não pelo sintoma. Bach defendia a ideia de que as doenças são conseqüências de um desequilíbrio emocional e mental e as emoções fazem parte da enfermidade, portanto, não se tratam apenas com a medicina tradicional. 

Aqui o ser humano é visto de forma integral em seus aspectos físico, mental, emocional e espiritual, todos interligados e interdependentes, funcionando como um sistema onde os desajustes ou desequilíbrios de um dos aspectos atingirá os demais.  A Terapia Floral tem a finalidade de permitir que a personalidade possa dominar sozinha o estado passageiro de ânimo negativos, típicos da natureza humana. Ela auxilia o ser humano na descoberta e compreensão das suas emoções e padrões de comportamento, trazendo um caminho para o equilíbrio pessoal e a cura das doenças. Nesse caso, o floral atuará como um ímã, atraindo o aspecto em desarmonia para uma frequência saudável.

Esta forma de terapia, cada vez mais utilizada no mundo todo, é simples de entender  e sem contra indicações, pois permite ao usuário automedicar-se após as orientações de um terapeuta, permitindo uma interpretação mais profunda dos sintomas, levando em conta características do inconsciente, o que não ocorre na autoanálise, que permeia apenas o consciente. Excelentes resultados tem sido obtidos, por exemplo, no tratamento de dependentes químicos, pois as essências auxiliam o médico ou o terapeuta a atingir a raiz emocional geradora de um processo complexo que culmina com a fármaco-dependência.

Desde 1956 a terapia floral é considerada como terapia complementar, tem o seu uso reconhecido em mais de 50 países e é recomendada pela Organização Mundial de Saúde. No Brasil, ela está incluída no rol de terapias reconhecidas como tratamento complementar pelo SUS. Os rumos da medicina moderna, que tende a ser holística, mostram a viabilidade de formas terapêuticas variadas e combinadas para o tratamento das mais diversas enfermidades.

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